segunda-feira, 3 de abril de 2017

Conto #12 - Renascer (final)

  Oi pessoal! Tudo bem com vocês? Eu estou ótimo, meu fim de semana foi incrível: estou lendo o livro Filhos da Lua, da Marcella Rossetti; assistindo à nova série do Netflix, Os 13 Porquês, e trabalhando num novo-antigo projeto literário. Sem falar que, aos poucos, estou conferindo o evento LiteraAbril, que está sendo organizado pelo autor Igor Monteiro e que tem como proposta incentivar a literatura nacional, e do qual eu irei participar no próximo dia 29/03. Anotem em seus calendários!
  E hoje eu vim trazer o último post da série Por trás de A Verdadeira Morte! Segurem suas xícaras de café, prepara aquele biscoito e venha comigo conferir esse último capítulo...
 


segunda-feira, 27 de março de 2017

Conto #11 - A Caminhada

Oi pessoal! Tudo bem com vocês? As últimas semanas estão passando muito bem para mim, e apesar de um certo cansaço, eu não consigo evitar passar por aqui para escrever alguns posts de vez em quando. Semana passada mesmo foram três posts! Quem dera eu pudesse repetir esse feito todas as semanas... Mas já que muitas vezes um post por semana é o máximo que consigo fazer, é melhor que esse post seja bem feito, como o de hoje, por exemplo.
Dando continuidade à série Por Trás de A Verdadeira Morte, hoje vamos falar do penúltimo conto da coletânea. Trata-se de uma história sobre crescer, amadurecer e um dos pontos finais que eu coloquei na reta final da antologia. Com vocês, A Caminhada:


quinta-feira, 23 de março de 2017

Opinião: A Chave de Sarah - Tatiane de Rosney

  Oi pessoal! Tudo bem? Hoje estou de volta, dessa vez para fazer algo que já não faço há bastante tempo aqui no blog: dar minha opinião sobre um livro. Percebi que não tenho feito apoiado literatura tanto quanto eu gostaria nos últimos tempos mesmo lendo o tanto que eu leio, já que eu tenho que dar devida atenção aos meus próprios projetos, fica difícil resenhar livros para o blog. Mas prometo que, a partir de abril, eu vou tentar resenhar pelo menos duas das minhas leituras mensais aqui no blog.
   Mas já que ainda estamos em março, eu decidi botar esse meu plano em prática, resenhando um dos melhores livros que tive o prazer de ler esse ano. Com vocês, A Chave de Sarah.

terça-feira, 21 de março de 2017

Opinião: Vic Triunfo - Caio Tozzi

    Oi pessoal! Tudo bem? Essa semana tem sido muito boa para mim, e o cansaço ainda não bateu forte em mim, e espero que eu consiga segurar os bocejos até sexta-feira, mas enfim...
     Todos sabem como é raro termos mais de um post por semana aqui no blog, mas essa semana, decidi vir aqui mais uma vez para dar minha opinião sobre essa última peça que vi. Estou falando de Vic Triunfo, monólogo em cartaz e assunto do post de hoje. Vamos lá?

Nome da Peça: Vic Triunfo
Autor original: Caio Tozzi
Diretor: Caio Tozzi
Elenco: Renata Bortoleto
Classificação: 12 anos
Tempo de Duração: 70 minutos
Horários: Sextas e sábados, às 21h, e domingos, às 19h. Em cartaz de 03/03 à 26/03.
Local: Viga Espaço Cênico - SP
Preço: R$30 (inteira); R$15 (meia-entrada).

Sinopse: O monólogo VIC TRIUNFO conta a história de Victória, uma mulher que carrega em sua vida o feito de ter vencido a morte três vezes, mas que descobre que sobreviver não significa nada e passa a buscar um novo caminho para entender sua existência. Após oito anos de carreira como atriz, esta é a primeira vez que Renata Bortoleto sobe ao palco em um solo. A produção também marca a estreia de Caio Tozzi na direção e na dramaturgia de montagens teatrais, ele que é escritor, roteirista e diretor de documentários, como A vida não basta.


Opinião


    Eu nunca tinha assistido um monólogo na minha vida.
    Pronto, falei. Apesar de sempre ter admirado bastante a arte do teatro, eu nunca havia visto um monólogo. Pelo menos, não antes do último domingo (12/03), quando, dando continuidade à minha meta de ir mais ao teatro esse ano, eu fui , pela segunda vez consecutiva, ao Viga Espaço Cênico. O fato é que eu gostei bastante desse teatro, que apesar de simples, é muito bonito e bem decorado. Dessa vez, decidi levar uma amiga junto comigo. Por termos ido num domingo, a peça começou mais cedo, às 19h, e a apresentação ocorreu dentro da Sala Piscina, um espaço menor para 40 pessoas. Lá, quase todos os lugares lotados. Eu e minha amiga ficamos na segunda fileira, bem no meio, com uma visão plana e linda de tudo o que estava para acontecer.
     O cenário era bem simples; a iluminação e música, também; o elenco contava com apenas uma atriz com apenas um figurino durante todos os 70 minutos de peça, e muito ficava à cargo da imaginação do espectador. Com toda essa simplicidade aparente, é difícil prever, inicialmente, o quão longe Vic Triunfo consegue chegar em sua proposta de retratar a vida e os dilemas de uma mulher que superou a morte três vezes, mas que continua confusa sobre si mesma e sua existência, apesar de ter tudo o que poderia querer.
     O que mais chama a atenção nos setenta minutos de peça é, sem dúvidas, a atuação de Renata Bortoleto. Quando se trata de um espetáculo composto por apenas uma atriz, é praticamente impossível deixar a peteca cair na hora H. Ciente disso, Renata consegue, desde o começo, chamar a atenção do público que a assiste. Mais do que isso, há momentos em que você sente ela falar com você, diretamente para você, e é possível sentir a aflição e o drama da personagem Vitória desde o princípio. Ponto para a escolha. A criatividade, desde as escolhas de narrativa até ao figurino e iluminação, também é outro ponto bem trabalhado, uma vez que o tom um pouco mais cartunesco da peça não escapa do nosso olhar desde o primeiro momento.
      O roteiro também merece destaque. Certas escolhas técnicas, quase minimalistas, fazem toda a diferença, tanto nos diálogos com outros personagens/público, como na hora de guiar a história pelo devido caminho, nos aprofundando na história da personagem e em seu universo sem quebrar o ritmo da peça, esta, alias, que encontra o seu único defeito ai: a duração.
       Embora não hajam pontas soltas e a maioria daquilo que começa termina na mesma cena, no final, há a impressão de que Vic Triunfo poderia ter seguido por uma linha um pouco mais reta e objetiva para alcançar o seu objetivo, considerando que um ou dois momentos soaram desnecessários, e não auxiliaram em nada para que o público captasse a mensagem da peça. Talvez um espetáculo de uma hora ou menos fosse o suficiente.
       No fim, Vic Triunfo não consegue ser perfeito, mas é uma ótima pedida para qualquer um que esteja a fim de ver um bom monólogo. Eu mesmo nunca havia visto um, e confesso que veria de novo. Que tal conferir e pedir por mais uma temporada, hein? O espetáculo está em cartaz até o dia 26/03. Não perca essa chance!

segunda-feira, 20 de março de 2017

Conto #10 - Gasolina

    Oi pessoal! Tudo bem? A última semana foi tão boa que quase não consigo acreditar. Estou pedindo a Deus para que venham mais como ela por ai de tão boa que foi. O sumiço de alguns bloqueios criativos, momentos felizes, a virada do tempo... Ah, como eu amo frio. Rezarei para que continue assim.
      Mas vamos lá! Hoje, prosseguindo com a série Por trás de A Verdadeira Morte, eu vou escrever sobre o décimo conto do livro, que foi um dos mais trabalhosos desde o começo, mas que mesmo assim eu não me arrependo de ter trabalhado. Com vocês, Gasolina!

segunda-feira, 13 de março de 2017

Conto #9 - Orgulho e Paciência


  Oi pessoal! Tudo bem? Eu tive uma semana interessante! Espero que março seja realmente melhor do que fevereiro foi, porque sinceramente, estou cansado de tantas lágrimas... (haha).
  Bem, hoje eu estarei dando continuidade à série Por Trás de A Verdadeira Morte, dessa vez falando sobre um conto um pouco mais brando e sem um climax explosivo como em Imperfeição ou A Última Homenagem. Estou falando de Orgulho e Paciência, nono conto da antologia e aquele que você confere agora:


  Orgulho e Paciência é, sem sombra de dúvida, o meu conto mais pessoal na antologia. Conta a história de uma jovem garota que tem uma amiga e que gosta muito dela, mas que de uns tempos pra cá, não sabe mais como prosseguir com aquela relação instável que é sempre prejudicada pelo orgulho e impaciência de sua amizade.
   Eu escrevi essa história em fevereiro do ano passado a partir de uma amizade eu tive e já durava cerca de dois anos. Foi imediatamente depois que esse amigo explosivo e temperamental, mas do qual eu gostava muito por suas qualidades, me disse algo terrível, uma coisa que me deixou muito triste mesmo, porque ele ofendeu da pior maneira possível uma das melhores decisões que eu havia tomado em minha vida, tudo isso porque ficou com raiva e não soube como agir ou se controlar, e o fato é que não havia sido a primeira vez. Nós estávamos nessa corda bamba já havia algum tempo e continuamos nela por mais algum tempo após o conto ser escrito, até que eu finalmente vi que eu não poderia, de forma alguma, ser honesto ou opinativo com essa pessoa, e cortei laços por completo com ela. Mas antes disso, eu escrevi esse conto, na noite após o ocorrido, como um desabafo de como eu me sentia.
   Em princípio eu busquei expressar a sensação que eu tinha por conta da nossa amizade, porque eu sentia que ela estava morrendo aos poucos, e fiz de tudo para mostrar isso no conto. Escrevi o conto inteiro naquela noite, só fazendo a revisão depois e acrescentando algumas coisas, a primeira delas sendo a perspectiva feminina.
   A princípio por ser uma história que eu vivi, eu fiz tudo através da perspectiva masculina, porque era o mais natural para mim. Mas quando me surgiu a ideia de que o conto poderia ser publicado junto em A Verdadeira Morte por ele simbolizar a morte emocional - ou a morte de uma amizade -, eu tratei de mudar o ponto de vista, porque eu achei que o conto fosse algo que o público feminino em seus 14, 15 anos de idade pudesse se identificar mais do que o masculino da mesma faixa-etária, e acho que foi uma decisão sábia da minha parte.
   Como disse há algumas semanas, Orgulho e Paciência é, junto com Não se Mova, o conto que mais se difere do tema principal de A Verdadeira Morte, por focar totalmente na morte emocional, e ambos precisam de uma atenção maior para que seu lugar no livro seja entendido, uma vez que eu não o coloquei apenas porque ele é importante pra mim, e sim porque ele quer dizer alguma coisa.

Bem pessoal eu espero que vocês tenham gostado. Semana que vem o post será um pouco mais cumprido, especialmente porque eu estarei falando do conto mais longo da antologia: Gasolina. Obrigado pela atenção e até a próxima!

segunda-feira, 6 de março de 2017

Conto #8 - A Última Homenagem

  Oi pessoal! Tudo bem? A semana de carnaval já passou e uma nova começou... Que Deus me dê energia para fazer tantas coisas, ainda nem consegui voltar ao pique de trabalhar e estudar, mas ainda essa semana irei conseguir, tenho certeza!
   E hoje eu irei falar de um conto bem curto, mas com uma história curiosa por trás. Pra se ter uma ideia, ele é o mais curto da antologia, mas ainda assim há muito mais do que poucas palavras atrás de uma história como essas. Com vocês: A Última Homenagem.


  A Última Homenagem retrata exatamente aquilo que o nome entrega: é a última homenagem, o último que uma pessoa faz em nome de outra. No caso, é a história de uma jovem garota que perdeu a mãe, e que decide fazer uma breve, última homenagem àquela pessoa que ela tanto amava.
  Algo que eu aprendi durante a criação de A Verdadeira Morte foi que a homenagem é algo que faz parte do luto. Recortes e colagens de fotos; video-montagens do entes queridos; textos com memórias sobre o falecido, tudo isso pode ser considerado uma homenagem, e num mundo com redes sociais ainda por cima, é muito comum vermos aqueles grandes textos que familiares e amigos de alguém fazem após a sua morte, o que é um ato lindo e demonstrado aqui, só que em uma profundidade maior.
   Assumo que a ideia de fazer um conto para A Verdadeira Morte com foco total em uma homenagem surgiu cedo, mas foi executado tarde. Eu pensei nisso ainda na primeira parte do processo criativo, mas só me sentei para escrever algo do tipo em março/abril. A ideia era também fazer algo um pouco mais longo, porém quando eu escrevi A Última Homenagem, eu preferi mirar em algo curto e impactante, além do que, com contos mais longos como Gasolina e A Caminhada já escritos, e com Grito (de Guerra) já na primeira revisão, eu sabia que escrever outro conto mais longo deixaria o livro bem mais longo do que eu desejava, então me veio a ideia de A Última Homenagem: um conto pequeno, dividido em duas partes, uma do funeral e outra da homenagem si.
  Fiquei incerto de onde o conto deveria ter ficado na lista de contos desde o início, e se ele sequer deveria ter incluso ali, mas quando eu estava finalizando, eu percebi que aquilo que A Última Homenagem representa não poderia ser substituído por qualquer outro conto que eu havia escrito, sem falar que, como eu disse anteriormente, é um conto curto e impactante, então pra mim era essencial.

  Gostaram do post de hoje? Espero que sim! Lembrando que ainda não acabou, pois semana que vem eu estarei de volta para falar de mais um conto, outro narrado em perspectiva feminina, mas mirando um pouco mais na morte emocional: Orgulho e Paciência. Até a próxima segunda!

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Opinião: Playground - Rajiv Joseph

  Oi pessoal! Tudo bem com vocês? Esse carnaval foi um período muito importante para mim, já que pela primeira vez desde o início do ano eu pude parar e refletir sobre as coisas que estou fazendo e como eu estou fazendo, o que vocês sabem, é uma das minhas coisas favoritas de fazer (haha).
  E depois de um final de semana inteiro fazendo isso, eu meio que cansei, e nessa última segunda-feira, eu aproveitei que não precisaria fazer absolutamente nada e sai. Decidi ir ao teatro, uma vez que essa é uma das minhas metas para 2017: ir mais ao teatro. Com isso, decidi ir conferir uma peça de teatro que já tinha chamado a minha atenção há algum tempo: Playground, que no ano passado esteve em cartaz a partir de abril, e que, nesse ano, retornou para uma curta temporada no começo do mês.
  O resultado da minha experiência você confere agora!

Playground - Rajiv Joseph

Nome da Peça: Playground
Autor original: Rajiv Joseph
Diretor: Marco Antônio Pâmio (versão brasileira)
Elenco: Lara Hassum e Mateus Monteiro
Tempo de Duração: 70 minutos
Horários: Segundas e Terças-feiras, de 06/02 à 28/02 às 21h.
Local: Viga Espaço Cênico - SP
Preço: R$20 (inteira); R$10 (meia-entrada)

Sinopse: O espetáculo narra a história de amor e amizade entre Daniel e Karina, que se conhecem aos 8 anos de idade, na enfermaria da escola em que estudam. Ele tinha caído de bicicleta de cima do telhado e ela sentia dores de estômago.
Entre encontros e desencontros, Daniel e Karina fortalecem seu vínculo ao longo de 30 anos. Mesmo depois de muito tempo separados, seus caminhos sempre voltam a se cruzar em momentos difíceis, como em graves acidentes ou na morte.   
A ideia é criar um retrato da condição humana a partir desse relacionamento pouco convencional.


segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Conto #7 - Imperfeição

Oi pessoal! Tudo bem?
Gente, mil desculpas por ter ficado sem postar semana passado. Aconteceu uma grande tragédia em minha família no último dia 16, e por isso fiquei impossibilitado de postar qualquer coisa na última semana. Mas como a vida infelizmente não pode parar, hoje eu vim continuar a série Por Trás de A Verdadeira Morte, com o conto que deveria ter sido postado há uma semana.
Quem me acompanha já deve ter ouvido falar dele, mas mesmo assim hoje eu vou juntar e completar as informações para que vocês fiquem sabendo de tudo sobre esse conto - que há quase um ano foi lançado como o segundo conto da antologia. Com vocês, Imperfeição.


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Conto #6 - Não Se Mova

  Oi pessoal! Tudo bem? Essa semana foi estressante! Com a volta às aulas e a permanência de diversos outros problemas, eu tenho que dizer que ler e escrever tem sido a minha rota de fuga; quer dizer, mais ler do que escrever, porque o meu bloqueio criativo não foi embora 100%, mas eu estou me recuperando aos poucos, e minhas ideias para A Luz de Cada Mundo II, bem como para outros projetos, não param de brotar.
  Vamos então ao assunto do post de hoje, uma das histórias mais distintas da antologia, e uma das poucas em que eu narrei de uma forma diferente. Com vocês, Não Se Mova.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Conto #5 - Milagres

  Oi pessoal! Tudo bem com vocês? Semana triste, melancólica, não consegui me desligar da semana passada e nem da retrasada, mas eu concordo com o que muitas pessoas dizem quando passam por situações como a que eu estou passando agora: tempo é o melhor remédio.
  Se bem que tempo foi meio que o causador da doença no conto do qual irei falar hoje. É uma que mais beiram a realidade de toda a antologia, uma vez que é uma realidade bem comum para diversos jovens nos dias de hoje, e ter conseguido colocar no papel um tema sobre o qual eu passei a minha vida ouvindo foi uma realização para mim, e agora gostaria de compartilhar com vocês como foi a criação dessa realização.
   Com vocês, Milagres!


segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Conto #4 - A Parte Fria da Amizade

Oi pessoal! Tudo bem? Minha semana foi... Ruim, para dizer o mínimo, mas o que se pode dizer sobre isso? Semanas boas são seguidas de semanas ruins; sempre foi assim e eu tenho em mente que não serei eu quem mudará isso.
Mas vamos lá! Hoje venho aqui continuar minha série "Por trás de A Verdadeira Morte", dessa vez com o conto A Parte Fria da Amizade tomando a frente. Vamos conferir?

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Conto #3 - Grito (de Guerra)

Oi pessoal! Tudo bem? Sinceramente acho que estou enlouquecendo. Isso ou os hormônios da adolescência estão berrando bem mais alto do que nos últimos 17 anos, porque minha falta de criatividade e concentração nesse começo de ano foi, e pode continuar sendo, uma queda feia pra minha autoestima. Ano novo sempre me deixa mais sensível, e parece que isso só vai ficando pior janeiro após janeiro...
Mas enfim! Estou determinado a fazer desse ano um dos melhores para mim e me "curar" de todos os problemas que 2016 me trouxe. E nada melhor do que me comunicar um pouco com vocês, principalmente ao falar sobre o conto de hoje, um dos meus favoritos de toda a antologia. Com vocês, Grito (de Guerra).



segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Conto #2 - Armadura de Ferro

  Bom dia pessoal! Tudo bem? O fim de ano sempre acaba me transformando numa pessoa muito mais sensível do que eu realmente sou, e nesse último dezembro, no auge dos meus dezessete anos, não foi muito diferente. Posso dizer que, pela primeira vez em muito tempo, eu tive o privilégio de poder ser um homem mais egoísta e pensar um pouco mais em como eu sou hoje e em quem eu quero ser amanhã. Eu ainda não tenho certeza de nada daquilo que eu quero pra 2017 e "dúvida" é a palavra do mês para mim, mas de certa forma, tudo isso me leva de volta àquilo que eu escrevi em A Verdadeira Morte, o que nos leva àquilo que eu escrevei aqui e agora.
  Enfim, vamos lá! Hoje eu darei continuidade a minha série de matérias que começou semana passada, que busca explicar a criação de cada um dos contos de A Verdadeira Morte. Enquanto no último post eu falei sobre (Intro) Nostalgia, neste eu estarei focando no primeiro conto da antologia: Armadura de Ferro.

domingo, 15 de janeiro de 2017

Armadura de Ferro - Leia de graça!

  Oi pessoal! Tudo bem? Eu devo dizer que estou a todo vapor essa semana! Não parei um só segundo no último fim de semana, tendo editado a página e dando um upgrade no blog. Espero que vocês tenham gostado do novo visual, pois pretendo continuar postando nas próximas semanas, uma vez que os posts da série Por trás de A Verdadeira Morte já estão prontos e programados para as próximas semanas até março. Isso sem falar nas novidades especiais que eu estou planejando, tal como a que vim lhes revelar:
  Armadura de Ferro está disponível gratuitamente para leitura/download!

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Conto 1# - (Intro) Nostálgia


Oi pessoal! Como vocês estão? Eu não poderia estar em maior êxtase por conta do lançamento do meu novo livro, A Verdadeira Morte. Foi tanto trabalho, tanta dedicação e esforço dado a ele que o que eu tenho é a sensação de um sonho sendo realizado. Muito obrigado mais uma vez a todos aqueles que fizerem desse projeto algo possível.
Mas vamos direto ao assunto desse post. Eu vim aqui anunciar que, a partir de hoje, eu irei estar compartilhando com vocês a criação de cada um dos contos da antologia. Mais precisamente, vou contar sobre a ideia por trás dele e como ele foi concebido e criado no meio desse longo período de um ano que se passou desde o primeiro rascunho do primeiro conto criado, tudo isso a partir de um post por semana, todas as segundas. Devo dizer que temos um longo caminho pela frente levando em conta que o livro possui exatos 12 contos, então que tal começarmos?